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Como uma metáfora para a vida, o JOGO da VIDA se utiliza de jogos para mostrar, por meio da dança, as dinâmicas do cotidiano. As estruturas dos jogos aparecem como pano de fundo para a construção do sentido da obra, e alguns dos seus movimentos podem ser reconhecidos na dança, nos intérpretes e na sua relação com o espaço. O JOGO da VIDA retrata a vida como uma espécie de tabuleiro, onde os bailarinos mostram as muitas jogadas aplicadas nas experiências diárias, traduzindo, sob esse olhar, aspectos das situações que vivemos e as diferentes reações dos jogadores em relação ao jogo no decorrer da vida.

As referências mencionadas dentro de casa incluem jogos tão distintos como futebol, xadrez, vôlei, baralho e outros. Dentro das regras da arte, o JOGO da VIDA propõe um jogo recriando estruturas conhecidas, diferentes jogos e esportes, com o intuito de apontar para certas regras da vida.

“Nossa vida é um jogo permanente. Um jogo de mentira ou de verdade. Depende de buscar-se ser coerente, de procurar-se agir com lealdade, fazendo da empatia ingredientes nos relacionamentos”.

“VIVA A VIDA... A vida é um dever, cumpra-o. A vida é um jogo, jogue-o... A vida é preciosa, cuide dela. A vida é uma riqueza, conserve-a”.

“Assim como qualquer jogo, o JOGO da VIDA também tem que ter seus desafios; são esses desafios que fazem aflorar em nós as nossas melhores habilidades”.

“Futebol, basquete, vôlei, sobrevivência Golfe, natação, tênis, paixão Judô, caratê, xadrez, política Dama, baralho, hipismo, emprego Ping-pong, atletismo, dominó, promoção.”

“Carregando em si as marcas do jogo na pele, nas juntas,

nas veias e no coração”

- Roberto Amorim.

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